Todo mundo tem um amor platônico...Ou já teve.
Eu tive vários, alguns que eu tenho até um pouco de vergonha
em pensar, mas que parando pra pensar, foram muito engraçados. Certo dia eu
estava limpando meu quarto, e encontrei uma pasta, onde haviam vários textos e
desenhos meus, (acredito que a maioria dos meus problemas foram minimizados
através de um lápis e uma folha de papel) e no meio desses textos, havia uma
carta de amor que eu havia escrito para aquele amor platônico. Dei muita
risada, mas também me lembrei dos bons momentos que passei enquanto estava
“apaixonada”, e apesar de tudo, foram bons momentos. Se a carta não fosse tão
constrangedora eu a colocaria junto desse texto, mas não estou pronta pra
passar por isso.
Decidi o tema desse texto quando estava ouvindo a musica
“monte castelo”, da banda Legião Urbana, pois essa música era a que um desses
amores platônicos adorava, como eu descobri? Acredito que quando estamos
fixados em uma pessoa, despertamos o
agente do FBI que está adormecido em nós.
E o pior dos meus amores platônicos, era que eles eram
definitivamente improváveis, mas de uma forma muito improvável mesmo.
Eu posso estar me equivocando, mas aposto que você está
relembrando os seus amores platônicos, e talvez rindo, assim como eu fiz e faço
hoje.
Hoje chamar de amor platônico pode ser considerado vintage,
“antigo” de certa forma. Os termos mais atuais são: pitanguinha, morena/moreno,
10/10 (dez de dez), e o mais popular e mais usado, CRUSH. Você pode ter vários
crushes, e classificá-los, como por exemplo, aquele que é crush mas nem tanto,
pode ser simplesmente crush. Mas aquele que é O crush, pode ser o crush
supremo, ou crush rei. Enfim, os tempos mudam, os nomes mudam, mas o sentido é
o mesmo.
Jéssica Joaquim



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